Rara Avis in Terris, JUVENAL, Sátiras, VI, 165

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Quarto Crescente

Moira
que te escondes
de mansinho
sob a alma
e o perfume
do azinho
e não respondes
quando a lua
em crescente
jura que o profeta
já não volta
da caverna.
Será eterna
a serpente
que o teu ventre
trespassou?
O teu silêncio
percorre o campo.
Olha o suão
que vem e vai
sem te encontrar
e, lá ao longe,
.......................
Há África
e terra
e mar
........
E o deserto.
(José Tapadas)

5 comentários:

Bipede Implume disse...

Este poema tem calor, tem perfume e tem o fascínio de moiras encantadas. Histórias que ouvíamos em criança e permanecem na nossa memória.
Sei bem qual é a sensação de sermos essas traves mestras de que falas.
Boa noite e beijinhos.

Hipatia disse...

Me resulta difícil entender, pero creo que he captado el espíritu. (Hay que intentarlo siempre).
Obrigada, Ana.
Un saludo desde la Enterprise.

Dédalus disse...

He traducido la página y, aunque con errores, he podido apreciar el delicado poso de tus recuerdos: esa memoria llena de imágenes, olores, sensaciones, que te devuelve a otros tiempos.

Un beso, Ana.

Bipede Implume disse...

Desejo de paz e descanso neste frio e longo fim de semana.
Beijinhos.

Flor ♥ disse...

Olá!

Estou passando para lembrar sua participação na Blogagem Coletiva “Interlúdio com Florbela”, na próxima segunda-feira, dia 8 de dezembro. Noventa Blogs se inscreveram para participar, e como agradecimento pelo carinho de todos esses blogueiros, criei um espaço onde vou publicar todos os posts da Blogagem Coletiva, bem como o respectivo link do blog... Dá uma passadinha prá ver como vai ser, e aproveita para imaginar como vai ficar lindo o seu post por lá!

Ah... e lembre-se: são 90 blogs participantes... pode ser que não consiga publicar o seu post logo na segunda-feira, mas vou fazer o possível para que, até terça-feira todos estejam postados...

Espero que goste!
Beijos!


http://interludioemflorcomflorbela.blogspot.com/