Rara Avis in Terris, JUVENAL, Sátiras, VI, 165

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Na noite sombria

Alexey Kachalov





Os astros dormiam
O sono nocturno.
Os olhos fugiam
Do ser taciturno...

A vida adormece,
Na noite escura.
A mente não esquece.
Oh, doce candura!

Na noite sombria
De vultos disformes,
A vida vivia...
Sonhos enormes!

Dos sonhos perdidos
Nessa escuridão!
Nos dias esquecidos,
Sinais de perdão.

Ana


3 comentários:

Sonhadora disse...

Minha querida

Um poema lindo que me tocou a alma, adorei e deixo o meu beijinho carinhoso.

Sonhadora

sofia disse...

Gosto muito!
Beijinho

Bipede Implume disse...

Querida Aninha
Se não fosse a capacidade de sonhar, como seria viver?
Nem consigo imaginar.
Bom fim de semana cheio de paz e, se possível muito sol.
Beijinhos.
Isabel