Rara Avis in Terris, JUVENAL, Sátiras, VI, 165

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Tahrir



evoluindo.org



Vêm ecos
Do deserto.
E, decerto,
O enigma
Na noite fria
É paradigma
Da  sabedoria.

Ana



http://uemeai.files.wordpress.com/2008/06/bbalx.jpg
Nova Biblioteca de Alexandria  (Snohetta )
A Literatura do Antigo Egipto:

10 comentários:

LUNA disse...

Meus parabéns de todo coraçäo aos queridos amigos
Do Egipto, que souberam dizer ao mundo inteiro que já estavam cansados...
Que queríam ser livres.
Que queríam dirigir seus própios destinos.
Que querían escrever novamente êles mesmos a historia da suas vidas.

Longa vida a todos os que querem viver en paz e liberdade.

João52 disse...

Lindo e singelo poema, belas imagens...

Saudaçóes poéticas

Fernando Santos (Chana) disse...

Olá Ana, belas imagens...belo poema...Espectacular....
Cumprimentos

Bipede Implume disse...

Querida Aninha
No meu coração soltou-se o mesmo sentimento do nosso longínquo 25 de Abril. Que imagens tão exuberantes de alegria.
Andei em mudanças aqui em casa, de maneira que o blogue ficou um pouco abandonado.
Boa semana, amiga.
Beijinhos
Isabel

Nilson Barcelli disse...

Por certo...
Palavras simples, mas belas.
Tal como as fotos.
Gostei do teu post, querida amiga.
Boa semana.
Beijo.

JPD disse...

Quando estudei a Antiguidade Clássica, de entre todos, o Egipto era aquele que mais me atraiu.
Tudo tão enigmático, tão elaborado, tão bem pensado e e tão prático.
Avia as cegonhas para extrair água dos poços; a complexidade ardilosa das pirâmides; o incompreensível imobilismo da esfinge.
Tanta sabedoria.
Finalmente a beleza extraordinária da Biblioteca de Alexandria

Agora...
Tanto jovem revoltado pelo fraco presente e incerto futuro...

É sempre arriscado prognosticar.
No entanto, atrevo-me a pensar que não se passa facilmente de um regime militar desde a década 50 do Sec XX para uma democracia.
Todos os presidentes vieram das fileiras militares.
Mais uma vez o exército parece controlar e «enquadrar» a evolução dos manifestantes.
As pressões políticas estarão a mexer-se.
É surpreendente o que está a acontecer no Magrebe até ao Iémen, mas continua a ser uma enorme incógnita o que poderá por vir ba acontecer.

Bjs, Ana

Fernando Campanella disse...

Gostei do poema, também, Ana, tão conciso, mas essencial. As palavras enigma e sabedoria são fortes em nosso inconsciente coletivo, uma instigando a outra, chocando-se em busca de uma luz. Ecos do grande deserto do enigma, dão fôlego, são as esporas para a busca da sabedoria. Um abraço.

Sam Seaborn disse...

Desde miúdo que o antigo Egipto e sua cultura sempre me deslumbraram.

s. disse...

Coitadinha da nova biblioteca de Alexandria. Não sei se é só de mim, mas eu acho que construções modernas retiram a verdadeira essência às coisas.


Beijinhos

Bipede Implume disse...

Querida Aninha
Vim encontrar o que me está a fazer falta: Luz, Sol.
E luz,também, metaforicamente falando.
Que belas imagens a condizer com o poema.
Para quem tem duas mãos esquerdas, com eu, fico sempre maravilhada para tanto talento.
Parece que o céu escancarou de vez.
Estou cansada de tanta chuva.
Beijinhos e boa noite.
Isabel