Rara Avis in Terris, JUVENAL, Sátiras, VI, 165

domingo, 21 de agosto de 2011

Relatório


Hieronymus Bosch


Só peço ao mundo que me deixe viver e amar.
Só peço que me consinta escrever e rimar...
Todas as coisas têm luzes de sonho e de calor
E eu amo a pureza do infinito e a beleza da flor.
Eu  que choro as dores da Humanidade,
Que busco o caminho da Paz e a luz da verdade:
Creio no amor, na pureza e na força da Razão,
Na fogueira da vida, no valor da dignidade;
Creio na esperança da minha própria vontade.


Ana

13 comentários:

A.S. disse...

Ana,

Muito lindo o teu poema!...


Beijo!
AL

São disse...

Que o mundo oiça a sua prece, Ana

Admiro muito Bosch, sabe?

Boa semana

Fernando Santos (Chana) disse...

Olá Ana, belo poema...Espectacular....
Cumprimentos

Sonhadora disse...

Minha querida

Hoje passando para agradecer o carinho deixado na Rozana...a tua amizade é muito importante para mim.

Um beijinho com carinho
Rosa

Andradarte disse...

....e eu que esteja por cá para ler e me encantar....
Beijo

MARU disse...

¡Querida Aninha!!!!! Que a sua preçe seja ouvida!!!!
Que todos possamos alcançar essa dica.
A libertade, o presnete mais valioso da vida-
Um beijinho, querida amiga.

JPD disse...

É assim mesmo, Ana.
Com tão nobres e fortes desígnios, nem as maiores dificuldades travarão o rumo que o nosso quotidiano tomará.

Gostei imenso do poema.

Continuação de boas férias.

Bjs

Maria Luisa Adães disse...

Lindo, Ana, muito lindo!

Maria Luísa

Sam Seaborn disse...

Difícil saber o que dizer quando se lê algo tão Belo. Vou-me limitar a repetir algo com que me identifico:
“Creio no amor, na pureza e na força da Razão,
Na fogueira da vida, no valor da dignidade;
Creio na esperança da minha própria vontade”

Cátia disse...

gostei bastante :) um grande beijinho

Olinda Melo disse...

Querida Ana

Este um dos 'Relatórios' mais lindos que já li. Na verdade, tem tudo, é como um manual de vida, feito com amor e talento.

Perfeito!

Beijo

Olinda

Ianê Mello disse...

Belo poema, Ana.

Bjs.

Anónimo disse...

Maravilhoso poema!
Parece uma prece!