Rara Avis in Terris, JUVENAL, Sátiras, VI, 165

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Norte

Fonte Santa, Ponte da Barca


Frágil, o verde assoma.
Sob os pés, o lodo antigo.
Ágil, o vento assombra,
A busca do porto de abrigo...

Ana



Ecovia, Rio Lima

4 comentários:

Rogério Pereira disse...

O poema chega
aonde fores
mesmo sem flores

Basta-te o verde, o lodo antigo
e o vento
e o lamento
ainda que mal percebido


São disse...

O texto acompanha perfeitamente a paisagem.

Mas o Alentejo é o Alentejo, com a sua vastidão de horizontes e as diversas cores...

Um bom fim de semana

Fa menor disse...

Bem bonitas essas paisagens, interessantes as passadeiras...

assim, sob os pés,
acredito que esse lodo antigo
se torne em ágil caminhar.

Bjins

Isa Lisboa disse...

Apetece passear por esse verde!
Beijos!