Rara Avis in Terris, JUVENAL, Sátiras, VI, 165

domingo, 23 de setembro de 2012

Chuva...

Leonid Afremov

Súbita chegou,
calou o clamor,
amorteceu,
rebelou-se...
Súbita tombou,
veio da distância,
rompeu do Amor,
estremeceu...

Ana

13 comentários:

sofia disse...

Bem bonito!

beijinhos

Nilson Barcelli disse...

E parece ter vindo para ficar...
Belo poema.
Ana, querida amiga, tem uma boa semana.
Beijo.

São disse...

Aninhas, do teu poema gostei, mas da chuva....não gosto!!

Bons sonhos, linda.

Rogério Pereira disse...

Ana, sei que o Outono
é Estação rejeitada
Lendo e vendo
o que se escreve por aí
ninguém lhe dedica uma bela palavra

Esta é a chuva que faltava!
Não é, Ana?

Vítor Fernandes disse...

E molhou :)

Bonito poema e linda ilustração.

Andradarte disse...

Lindo.....
Quero mais.....e chuva
também....muita
BFS
Beijo

Fê-blue bird disse...

Amiga adoro o Outono e a chuva faz falta, tal como o teu poema encheu-me a alma!

beijinhos

Marina Fligueira disse...

¡Hola Ana!

¿Buenos días aquí en Galicia, no sé en tu tierra?... ¿Según tu poema llueve?... ¿Pero que hermosa es la lluvia si viene con calma: verdad? Llora, habla, sonríe, canta y siente cuando caen sus lágrimas.
Igual que cantas tú, en tu verso con nostalgia. ¡El cuadro es precios!

Gracias, ha sido un placer pasar por tu casa.

Te dejo mi gratitud, mi estima y un cálido abrazo. Se feliz.

Bípede Implume disse...

Querida Aninha
Era bom que ela limpasse o que por aí vai.
Mas acho que não chega, talvez DDT?
Antigamente dizia-se que acabava com as pragas.
É, porque, minha querida, estamos entregues à bicharada.
Uma excelente semana.
Beijinhos.
Isabel

JPD disse...

Boa noite, Ana

(Não terei sido bem sucedido a enviar ontem à noite um comentário ao teu post. A confirmar-se, eis uma nova tentativa.)

Gostei do poema.
Gostei da ilustração.
Quero deixar vincada a excelente impressão que o teu blog me deixou.
Depurado.
Belíssimo!

A chuva faz muita falta.
A estiagem foi longa e extenuante.
Faz imensa falta a chuva para reposição de leitos; para lavagens e deseja-se que seja precipitada suavemente para ficarmos livres de devastações.

Bjs

JPD disse...

Boa noite, Ana

(Não terei sido bem sucedido a enviar ontem à noite um comentário ao teu post. A confirmar-se, eis uma nova tentativa.)

Gostei do poema.
Gostei da ilustração.
Quero deixar vincada a excelente impressão que o teu blog me deixou.
Depurado.
Belíssimo!

A chuva faz muita falta.
A estiagem foi longa e extenuante.
Faz imensa falta a chuva para reposição de leitos; para lavagens e deseja-se que seja precipitada suavemente para ficarmos livres de devastações.

Bjs

vieira calado disse...

E muito bem acompanhado o poema,
com a gravura!

Beijinhos

Sonhadora (RosaMaria) disse...

Minha querida

A chuva chegou para adoçar as entranhas da terra ressequida.

Um beijinho com carinho
Sonhadora