Rara Avis in Terris, JUVENAL, Sátiras, VI, 165

sábado, 19 de janeiro de 2013

Temporal...

Alentejo, Ruivo Neca



Furioso o vento fustiga...
Arrasta, lamenta, devasta...
Afasta a memória nefasta,
Mitiga o medo e a intriga.

Ana







12 comentários:

Rogério Pereira disse...

Hoje senti o vento por dentro
E a chuva, numa bátega de água
Lavou-me a alma

Há temporais que nos calam os ais


Foi uma tarde boa
Esta, passada em Lisboa
Homenageando Álvaro Cunhal

irneh disse...

Se devasta, amiga! Foi demais!! Beijinho

irneh disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Ana Tapadas disse...

Amanhã retribuirei as visitas, meus amigos, que hoje a electricidade «vai e vem»...

bjs

Ana Tapadas disse...

O amigo Rogério tem o meu respeito por ser fiel às suas pelas suas ideias.

bj

JP disse...

O temporal foi forte Ana´
Mas o vento trás e leva grandes novidades.

Trás e leva, cala e mostra grandes segredos.

Só temos que aprender.

Beijinho

São disse...

Esperemos que o vento assole o país e desfaça de vez as nuvens negras.

A fotofrafia é um espanto!

Querida amiga, desejo.te boa semana.

Fê Blue bird disse...

Venha o vento!

beijinho amiga tem uma boa semana

Fê Blue bird disse...

Venha o vento!

Beijinho amiga tem uma boa semana

Petrus Monte Real disse...

Ana,

Palavras que nos protegem
dos temporais
são verdadeiros poemas!

Um abraço
Boa semana

Bípede Implume disse...

Querida Aninha
Será uma purificação?
Este temporal, estas águas revoltas levarão para bem longe tudo o que nos atormenta?
Porque se assim não fôr...para melhor está bem... está bem. Para pior já basta assim.
A fotofrafia uma maravilha!.
Beijinhos e boa semana
Isabel

Ana Lucia Franco disse...

Bons ventos, Aninha, porque teus versos assim o fizeram. Feliz de estar aqui, neste espaço que tanto aprecio.

beijos.