Rara Avis in Terris, JUVENAL, Sátiras, VI, 165

sábado, 3 de agosto de 2013

Rumo à Claridade!

Vladimir Kush



Partiremos no vento
Rumo à Claridade
Voltaremos náufragos
Sôfregos de Verdade

Ficará o poema
A voz que não trema
Aquele que não tema
Novos arquipélagos 

Partiremos no vento
Rumo à Claridade

Ana

7 comentários:

heretico disse...

ficará o poema, sem dúvida.

e a vertigem da Claridade.

beijo

São disse...

Deixas-me ir contigo?

Um belíssimo e esperançoso poema , minha amiga.

Bem hajas!

Isa Lisboa disse...

Nas asas deste poema, chegará lá concerteza! :)

Bejos

Isa Lisboa
=> Instantâneos a preto e branco
=> Os dias em que olho o Mundo
=> Tubo de ensaio
=> Pense fora da caixa

Daniel C.da Silva (Lobinho) disse...

Gostei particularmente da primeira estrofe... e a pintura é linda, como de resto é quase tudo dele...

Bjo amigo

Luma Rosa disse...

Wow!!
Viajei na imagem e no poema!!
Belíssimos!!

Boa semana!!
Beijus,

Vieira Calado disse...

Vamos, então, todos, partir rumo à claridade!
Beijinho para si!

Petrus Monte Real disse...

Ana,

Em tempo de escuridão,
é bom descobrir
um caminho
que possamos pisar
sem medo!

Um beijo
Bom fim de semana