Rara Avis in Terris, JUVENAL, Sátiras, VI, 165

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Menos

 Clive Cook

Líquido o calor que tomba
Sobre os restos do Verão
E demente se assombra
Nas neblinas de então...

Ana



12 comentários:

Maria Teresa Fheliz Benedito disse...

Lindo Ana!
Poesia e imagem se completam, adorei.
Um abraço querida.

São disse...

Bom casamento entre o poema e a ilustração.

Boa semana, Aninhas

edumanes disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
edumanes disse...
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edumanes disse...

Nas neblinas de então
Nossa Alentejo tão lindo
Porque és tão quente no verão
Longe de ti, teu calor estou sentindo!

Obrigado, fico esperando, não menos,
mas mais visitas suas amiga Ana.
Um beijo
Eduardo.

Andradarte disse...

O poema é sentido......e a aguarela
é linda...Acho difícil a aguarela..
Boa semana
Beijo

Nilson Barcelli disse...

Dizes tanto em tão poucas palavras.
E de uma forma poética excelente.
Ana, tem uma boa semana.
Beijo.

Mar Arável disse...


Incomensurável Alentejo

em todas as estações

Sam Seaborn disse...

Muito bonito Ana, beijinho e saudades

Bípede Implume disse...

Querida Aninha
Já o Verão se despede e o teu pequeno poema torna a despedida mais bela.
Não me fales de trabalho...quase preciso de outras férias.
Beijinho de amizade
Isabel

Olinda Melo disse...


Querida Ana

Para mim, um dos teus mais belos poemas e o mais difícil de interpretar dos que tenho lido.

'E demente se assombra/Nas neblinas de então...'

Estes dois versos deixam-me suspensa como a neblina, e, vogando, deixo o mistério apoderar-se da mensagem ali escondida...

Bj

Olinda

Zilani Célia disse...

OI ANA!
APESAR DA LIBERDADE DO POETA EM SE EXPRESSAS E "DIZER" O QUE LHE VAI NA ALMA ME ATREVO, A PENSAR NUMA GRANDE CHUVA, QUENTE, NUM FINAL DE VERÃO...
LINDOS VERSOS.
ABRÇS
http://zilanicelia.blogspot.com.br/