Rara Avis in Terris, JUVENAL, Sátiras, VI, 165

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Aloja a esperança




Vinicio Castillo

Aloja a esperança
Nas margens da angústia

Que nos limites
Do silêncio dança
Uma fúria íntima
Rebelde e ínfima

Mansa angústia dança
Que o limite te cansa

Aloja a esperança


Ana


6 comentários:

© Piedade Araújo Sol disse...

claro que sim, esperança é a última a morrer.

:)

Bípede Implume disse...

Querida Aninha
É essa a nossa prioridade: Resgatar a Esperança!
Estamos sintonizadas.
Beijinho grande
Isabel

Eduardo Maria Nunes disse...

No futuro da penúria,
Infeliz sem esperança
Precipício da angústia
Na vida incerteza tanta!

Adorei o seu poema
Aloja da esperança
Leve como uma pena
Voa e não se cansa!

Um beijo para você,
amiga Ana Tapadas!
Eduardo.

Jorge disse...

Olá, ANA!
A esperança deve ser sempre o farol que nos ilumina. Nunca deve ser posta à margem. A esperança é a única mais forte que o medo. Este deserto de esperança gera grande angústia colectiva.
Abraço meu,
Jorge

Luma Rosa disse...

Oi, Ana!
Sem esperança, não dá!
Dizem que a esperança é verde...
Beijus,

São disse...

Temos mesmo que a alojar e, mais ainda alimentar...

Beijinhos, amiga!