Rara Avis in Terris, JUVENAL, Sátiras, VI, 165

sábado, 30 de maio de 2015

Na branca brisa


Festos, José Alves



Serenamente se evolem os dias

Na branca brisa
Esparsa bruma

Firmemente desenhem esquadrias

Na linha precisa
Na orla de espuma

Sofregamente semeiem utopias


Ana

16 comentários:

Edumanes disse...

Das sementes de utopias,
nascerem na terra lavrada
esperanças e alegrias
antes da vida terminada!

Tenha um bom sábado amiga Ana, um abraço,
Eduardo.

© Piedade Araújo Sol disse...

Ana

utopias vivem (sempre) no Poeta.

bom fim de semana.

beijo

:)

Rogerio G. V. Pereira disse...

Bem sabes, poeta
que faço sempre a minha parte

Mar Arável disse...

Alimento as minhas utopias

Bípede Implume disse...

Querida Aninha
Que bom ter-te de volta.
Bem-vinda!
Parece que o mês de Maio não nos deu só rosas.
Também me levou uma prima, só mais velha que eu três meses. Crescemos, praticamente, juntas. Parte da minha infância foi com ela. Ficam as memórias de muita brincadeira muita cumplicidade.
E voltamos a este sol, à vida, aos amigos. Abençoados sejam.
Xi-coração muito apertado e mais beijinhos.

Ana Tapadas disse...

No meu caso, foi no dia 15 de Abril...

Grata, beijinhos

Graça Pires disse...

Uma utopia traz sempre um rumor inesperado...
Gostei muito do teu poema, Ana.
Um beijo.

heretico disse...

sofregamente, como quem sorve "esparsa bruma"...

beijo, Poeta.

São disse...

Utopias fazem sempre parte da vida...

Abraço enorme de matar saudades, minha querida !

Luma Rosa disse...

Oi, Ana!
As utopias nos ajudam a caminhar principalmente quando a realidade não nos parece crível.
Que venha também o sonho de dias calmos e que possam ser possíveis.
:)
Beijus,

Miguel disse...

Com tanta convulsão à nossa volta, só as utopias nos podem ajudar a suportar.
Não percamos a esperança...

Continuação de boa semana.
Um beijo
MIGUEL / ÉS A MINHA DEUSA

Vanuza Pantaleão disse...

É verdade, querida amiga e Poeta maravilhosa, os dias vão passando e as utopias vão renascendo nos corações que ainda guardam esperanças no porvir.
Linda imagem para um poema só teu - e que agora também é nosso.
Obrigada pelo carinho da tua visita, Ana!
Beijos!

Existe Sempre Um Lugar disse...

Bom dia, cada vez mais as incertezas na vida leva-nos a viver na ficção, a fragilidade é uma constante que somos obrigados a viver, assim cada vez mais estamos sujeitos ao inesperado.
AG

CÉU disse...

Poema muito erudito, e de difícil interpretação, pelo menos para mim, mas cada pessoa é livre do o interpretar, como o souber entender.

Os dias não têm, ou não deveriam ter esquadria, para que o tempo fosse todo nosso e o pudéssemos utilizar à nossa maneira, com ou sem utopias.

Beijos.

Isa Lisboa disse...

Que as utopias sejam sempre semeadas sôfregamente! :)

Carmem Grinheiro disse...

Olá, Ana.
O poeta segue a semear suas utopias, às vezes tão sofregamente quanto o desespero o move.

abç amg