Rara Avis in Terris, JUVENAL, Sátiras, VI, 165

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Da Esperança ...

Suibokuga



Talvez brotasse pura...
Incólume como o poente!
Talvez lutasse duramente.
Incómoda palavra...
Necessária na tarde imensa,
Contrária ao silêncio que lavra.
Incómoda palavra...
Talvez brotasse pura
A esperança!

Ana



6 comentários:

Rogerio G. V. Pereira disse...

brotará pura
poeta
brotará pura

sem dúvida

Edumanes disse...

Brotando pura com atenção,
sem se perder a esperança
labutando sincero cidadão
para em defesa desta Nação
ter a divida como herança!

Tenha um bom fim de semana amiga Ana. No caso de estar de férias que sejam bem do seu agrado, um beijo,
Eduardo.

alfacinha disse...

A esperança dá sentido à vida
abraço

Olinda Melo disse...


Olá, Querida Ana


A esperança é o nosso esteio. Por vezes, no meio das maiores agruras é ela que nos sustém. O nosso instinto de sobrevivência também lhe dá força e sentido quando o povo assevera que "A esperança é a última a morrer". E assim seja.

O teu poema é belíssimo.

Beijinhos.

Olinda

Majo Dutra Rosado disse...

Sublime!
Gostei muito, querida Ana.
Beijinhos
~~~~

Existe Sempre Um Lugar disse...

Olá, que seria a vida sem motivação? Sem esta, a esperança era inexistente.
Boa semana,
AG