Rara Avis in Terris, JUVENAL, Sátiras, VI, 165

domingo, 10 de junho de 2018

Dançante

 Rafal Olbinski, DISAPPEARANCE OF THE WELL INTENTIONED MOTIVE


Sussura sibilante
Uma brisa fria...
Ignora, porventura,
Ciciando o secreto
Segredo ondulante,
A recta via da lonjura.



Ana




9 comentários:

CÉU disse...

Gosto de brisas, mas não frias. As nossas são quentes, envolvem-nos e fazem florescer searas nos nossos olhos, quer estejam perto ou longe.
Gostei do que escreveste, muito.

Preciso de descansar as minhas estafadas mãos. Estarei uns tempinhos OFF.

Beijos, Ana!

Edumanes disse...

Verás que tudo lá é belo,
também lá te sentirás feliz
se fores ao Alentejo,
visita a linda Vila de Avis!

Tenha uma boa noite amiga Ana.
Beijinhos.

Majo Dutra disse...

Com poucas palavras, compuseste um poema bem instigante
que convida à reflexão...
Gosto muito de te ler e de saber por perto.
Dias bons para ti e família.
Abraço, querida Amiga.
~~~~

Rogerio G. V. Pereira disse...

Toda a lonjura
é longe
se não nos atrevemos ao caminho

Graça Pires disse...

A lonjura é um lugar cercado por nós…
Uma boa semana, Ana.
Um beijo.

Fá menor disse...

Tanto longe dentro de nós!...

Beijinhos, amiga!

Fá menor disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Mar Arável disse...

A vida não é uma recta
aqui tão perto
que nem lhe podemos tocar

Olinda Melo disse...


Querida Ana

Perdi-me nessa recta. Será que encontrarei, seguindo por ela, os sonhos que me embalaram a infância? Tão longe, tão longe!

Beijinhos

Olinda