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| Inês Gonçalves |
E, depois,
Foi só isto:
Voámos,
Ficámos,
Inertes
Nesta brisa.
Subimos montanhas,
Varámos paisagens,
Sorvemos aragens!
E, depois,
Foi só isto:
Lutámos,
Gritámos
Na imensidão,
Na vastidão,
Na solidão
Desta brisa...
Tempestades
Desfaz-se na bruma,
húmida e secreta,
esta madrugada,
inquieta espuma
inviolada e deserta.
E um país sombra
ruína que flutua,
tece, no vento,
um hino e o mito
que a todos assombram.
in, Sul Sereno, ed. Europa, pág. 70
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Profundo y conmovedor poema. Me gusto mucho. Te mando un beso.
ResponderEliminarUm poema que ainda que com ternura e beleza, grita! Adorei!
ResponderEliminarbeijos, ótimo fds! chica
Publicação muito bela e gratificante.
ResponderEliminarHá tempestades que nos fazem mais que negaças; e outras que nos fazem à alma.
Beijinhos, amiga! Boa Páscoa!
De uma profundidade sem igual!
ResponderEliminarBoa semana!
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Até mais, Emerson Garcia
...eu prefiro FICAR, na quietude e na certeza, de quão bela é a tua poesia, Ana!
ResponderEliminarAinda não desisti do Sul Sereno...
Um beijinho
Perpassa, no poema, um sentimento de libertação.
ResponderEliminarContinuação de boa semana.
Abraço de amizade.
Juvenal Nunes
Gostei tanto.
ResponderEliminarUma Páscoa muito abençoada.
Um beijo.
Muito reflexivo e belo poema, Ana
ResponderEliminarQuero muito ter nas minhas mãos ,um livro teu .
Estou em Genebra, aqui é dificil achar obras portuguesas.
Em Portugal... quem sabe na volta ? ainda não sei bem dos próximos destinos.
Adorei o poema, Ana te abraço nessa Páscoa desejando o melhor dos dias.
Continuemos o destino de lutar pela humanidade e pelo que deve ser naturalmente ético...
ResponderEliminarOs meus melhores votos para um feliz fim de semana pascal.
Abraço grande.
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