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| Pál Szinyei Merse |
É deste quente ar macilento
Que se soltam as novas
É no infindável quebranto
Que a vida renovas
Além do silêncio tão lento
Inefável solidão do pranto
Se ergue a neblina
Se estende teu manto
Dura certidão das provas
Madura voz sibilina
Ana