Rara Avis in Terris, JUVENAL, Sátiras, VI, 165
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quinta-feira, 13 de março de 2014

Poeta maldito



Tintoretto


Há uma ruína súbita
Sob um azul impoluto.
Há um sonho de brisa!

Silêncios dardejantes...
Dedos longos de infinito
Acariciando um fruto.

Há um poeta maldito,
Acre voz de rebeldia,
Cantando como dantes
A Justiça tão precisa!

Ana