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| Alex Andreev |
Diz-me que o mundo ainda está inteiro, que Lazarilhos de Tormes não podem ser tecelões da ruína, que os ideais ainda aí estão intactos e plenos de memória. Diz-me que aprendemos na pedra viva do passado como construir o homem novo desenhado pelo génio. Não me fales da vaidade ufana e vazia. Eu não quero o vazio. Não me digas com Mircea Eliade que é do caos que se constrói o cosmos. Noutras eras conheci Pétain e sei de conivências que o silêncio alimenta.
Diz-me que não estamos sozinhos.
Ana




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