quinta-feira, 24 de julho de 2014
terça-feira, 22 de julho de 2014
quarta-feira, 16 de julho de 2014
sexta-feira, 4 de julho de 2014
Piedade Sol
![]() |
para a Ana T.
guardo palavras que escrevo sem ecos,
apenas no murmúrio do canto das gaivotas ,
e dos azuis (sempre)!
Piedade Sol
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Em longos dias de escravidão infinda, longe do mar e cerca de muitas marés, o peito guarda angústias, mas o rosto sorri e espelha esse azul do céu que cobre a minha planura.
Sabemos que outros, como nós, cravam o olhar na existência.
Alguns tecem-se de palavras cristalinas, contidas e pautadas pelos silêncios necessários à música da existência. Outros clamam, resistem e lutam com palavras limpas atrás dos muros hodiernos. Também os há de libidos exasperadas pela solidão com que nunca sonharam e todavia habitam.
Sabemos que outros, como nós, cravam o olhar na existência.
Alguns tecem-se de palavras cristalinas, contidas e pautadas pelos silêncios necessários à música da existência. Outros clamam, resistem e lutam com palavras limpas atrás dos muros hodiernos. Também os há de libidos exasperadas pela solidão com que nunca sonharam e todavia habitam.
Nós levaremos, com o óbulo, essa passagem para as ilhas. Ali, escutaremos, ainda, o rumor constante das ondas da memória, a música infinita das esferas. E, nesse dia, teremos a certeza de termos sido habitantes do momento, mistura fraterna de humanidade, poeira luminosa na imensidão cósmica.
O teu nome reúne palavras perenes de humano e a tua visão é irmã da beleza. Obrigada por teres afagado a minha vida nestes dias longos como o Verão do meu lugar. Obrigada por existires e seres irmã da minha humanidade e me trazeres, hoje, essa prova da persistência humana que nos irmana e habita.
Serei sempre servidora dessa religião humana: Amizade!
Obrigada, Piedade Sol - http://olharemtonsdeflash.blogspot.pt/.
Etiquetas:
amizade,
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