Rara Avis in Terris, JUVENAL, Sátiras, VI, 165

sábado, 28 de abril de 2012

Sem artifícios...

José Alves
Apetecem-me flores de uma outra Primavera. Quando, olhando o arco-íris, recordava a aliança com o velho Deus de sabbath. Ele estaria ali para podermos galgar obstáculos.
José Alves
Apetecem-me as flores da minha infância: puras, sem mutações e sem matizes, fiéis à sua natureza. Exactas na cor e na designação. Perfeitas em manhãs abençoadas.
José Alves
Apetecem-me lírios de pureza regenerada, imaculados e sem malícia. Infâncias de flor, plenas de sonhos e de futuros por trilhar.
José Alves
Apetecem-me as flores da minha infância: espontâneas, sinceras, verdadeiras e exactas na planície. 

José Alves
Não esperes em mim artifícios...

Ana


14 comentários:

Andradarte disse...

Adoro as flores campestres....que
não se deixam transplantar.....Têm
personalidade...
BFS
Beijo

Eva Gonçalves disse...

Também me apetece tudo isso! Parabéns ao fotógrafo! :)beijos

Vítor Fernandes disse...

Apetece-me ler poesia assim, florida, colorida, aromática.
Um abraço para o fotógrafo.
Bom fim de semana.
Beijinho.

São disse...

As fotos estã um mimo!
Parabéns a ti e a José, no meu abraço agradecido .

BlueShell disse...

A autenticidade...
Belo o texto e as fotos.
Por falar em fotos,estamos a oferecer flores a Leontien que sofre de melanoma malígno. Se quiseres participar basta colocar, no teu blog, um post com flores e vir aqui http://www.aruraljournal.com/p/flowers-for-leontien.html
No meu blog também tem um link.

Beijo em azul-céu
BShell

cores e outros amores disse...

um doce para os olhos... lindo!

christina disse...

Muito lindo!
Beijinhos,Ana.

Jorge disse...

Belíssimas flores, muito bem retratadas e linda evocação da in fância, de que guardamos memória dos momentos mais felizes.
Bjs
J

Baudolino disse...

Não há muito, surgiu algo sobre a fugacidade da papoila. Há flores indomáveis e impossuíveis. E é bom que as haja.

Mel de Carvalho disse...

Ana,
saiba: gosto, gosto MUITO, de pessoas sem artifícios. o mais ao natural possível; aquelas que são o que são,que olham de frente a vida com todos os matizes e nuances, que oferecem o rosto às rugas de um vento da planície - ai, acredito, guardam a lisura da infância.
um beijinho e a minha estima,
Mel

Bípede Implume disse...

Querida Aninha
Juro que não sabia das tuas flores.
E hoje também me apeteceram flores.As minhas são de Monsaraz.
As tuas são lindas. Parabéns ao fotógrafo.
Já tinha pressentido essa autenticidade, tão rara encontrar.
Dia feliz, amiga.
Beijinhos
Isabel

Fernando Santos (Chana) disse...

Olá Ana, gostei muito das fotografias e do texto...Espectacular....
Cumprimentos

Margarida disse...

Adoro as fotografias!
Um beijo com saudades...

Sonhadora disse...

Minha querida

As tuas flores levaram-me a paisagens distantes a tempos doces...adorei.

Deixo um beijinho com carinho
Sonhadora