Rara Avis in Terris, JUVENAL, Sátiras, VI, 165

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

África, 4 de Fevereiro

Tyukanov (se ampliar o quadro,verá a pequenez do ser humano)




«O avô Bento, em noites de cacimbo à volta da fogueira, nos contou, fumando o seu cachimbo que ele próprio esculpiu em pau especial. Dizia a estória se passou aqui mesmo, nas serras ao lado, mas pode ser que fosse trazida de qualquer parte de África. Até mesmo do Oriente, onde dizem também há água lilás. Se virmos bem, em muitos lados pode ter uma montanha semelhante. Eu só escrevi aquilo que o avô nos contou, não inventei nada.», pág.11


« Ninguém faz mal aos amigos em desgraça. Ficou combinado que ninguém ia invadir a montanha. Com água lilás ou sem água lilás.

 [...]

 « O lupi-poeta fez então muitos poemas. Contavam a estória dos lupis e da água lilás. Também da desgraça que se abateu sobre eles e o seu destino.» p.p. 161-162

A RELER:

PEPETELA, A Montanha da Água Lilás - Fábula para todas as Idades, D. Quixote, Lisboa, 2002

5 comentários:

LUNA disse...

Esse livro foi o primeiro que lêram uns alunos de portugués de Galiza. (España)
Sei que foi muito bonito...

Obrigado por trazê-lo.
Um beijinho

Andradarte disse...

Talvez faça uma pesquisa....para não
ficar a zero....
Beijo

Liliana Marques disse...

Que pena não existir a obra on-line :(
Beijinhos

Bipede Implume disse...

Querida Aninha
Gostaria de conhecer o livro, mas creio que compreendi a mensagem.
Engraçado teres escolhido essa imagem, pois nesse dia vi um a sério, no Zoo.
Um resto de fim de semana, com calma.
Beijinhos.
Isabel

Nilson Barcelli disse...

Li muito pouco do Pepetela.
E não li esse livro... mas vou comprar antes que me esqueça.
A fotografia ampliada é impressionante...
Bom Domingo, querida amiga.
Beijos.