Rara Avis in Terris, JUVENAL, Sátiras, VI, 165

domingo, 5 de outubro de 2014

Res publica

 George Caleb Bingham

Justiça
Estado de citius
Educação
Completa erosão
Saúde
Inevitável talude




19 comentários:

Edumanes disse...

Ainda restam, restos da República,
Paços do Concelho, na praça das abalroadas
das não conseguidas reformas, tamanha balbúrdia
na saúde, na justiça e na educação, todas falhadas.

Boa noite amiga Ana, um beijo.
Eduardo.

Rogerio G. V. Pereira disse...

Esta já desmoronou
Que outra, mais justa
se erga
mesmo irrompendo
do pântano
ou do pranto
ou do espanto

Margarida disse...

A educação e a justiça andam pelas ruas da amargura, mas neste país o que é que não anda?! Não se aflija, que tudo tem solução.
Saudades suas.
Sara

© Piedade Araújo Sol disse...

pertinente e real...

:)

O Puma disse...

O tartufo Cavaco
não é presidente da república

é um chefe de estados de sítio

Olinda Melo disse...


Res pública - ou a coisa pública. A história actual contada em poucas e talentosas palavras.

Grande abraço, querida Ana.

Olinda

Olinda Melo disse...


Res pública - ou a coisa pública. A história actual contada em poucas e talentosas palavras.

Grande abraço, querida Ana.

Olinda

Fê blue bird disse...

O retrato perfeito dos pilares centrais de uma sociedade que se quer justa.

Nada para comemorar.

beijinho amiga Ana

Andradarte disse...

Que no próximo ano já seja
possível comemorar dignamente este dia....
Beijo

Graça Pires disse...

Que não se desmorone a nossa esperança, Ana. Tens uma lucidez que arrepia...
Um beijo.

Fernando Santos (Chana) disse...

Excelente post....
Cumprimentos

heretico disse...

República "citiada" ...

e no entanto, a terra move-se.

beijo

São disse...

Estupenda síntese, amiga, não poderia ser melhor!

Abraço grande , esperando que a incompetência de Crato não te tenha molestado de maneira nenhuma :)

São disse...

Estupenda síntese, amiga, não poderia ser melhor!

Abraço grande , esperando que a incompetência de Crato não te tenha molestado de maneira nenhuma :)

Vanuza Pantaleão disse...

Bom dia, amiga!
Faz-me lembrar do meu mestre de Direito Constitucional nos explicando sobre a Res Publica, ou como ele dizia, "a coisa pública", "coisa" tão vilipendiada pelos aventureiros que deveriam por ela zelar e resguardá-la, mas fato que não acontece. Que pena!
Vamos ter esperança? É o que nos resta...
Excelente! Adorei, Ana!
Beijos!

Existe Sempre Um Lugar disse...

Boa tarde,

Justiça
Estado de citius
Educação
Completa erosão
sem vergonha na cara
Não pedem a demissão

AG


http://momentosagomes-ag.blogspot.pt/

Luma Rosa disse...

Oi, Ana!
Na bandeira do Brasil, os portugueses colocaram "Ordem e Progresso" - pulalam o trabalho. Aqui a corrupção é desde o tempo do império...
Beijus,

Nilson Barcelli disse...

À justiça, educação e saúde, ainda poderias acrescentar o trabalho, a habitação, etc., etc. Mas são mais que suficientes para definir a situação a que chegamos.
Gostei imenso, o poema é magnífico e tem a tua capacidade de síntese, que é notável.
Tem um bom fim de semana, querida amiga Ana.
Beijo.

Bípede Implume disse...

Querida Aninha
Um pântano muito mal frequentado e nós a tentarmos fugir à pestilência.
Uma genialidade esta síntese em forma de poema.
Beijinho e excelente fim de semana.