Rara Avis in Terris, JUVENAL, Sátiras, VI, 165

domingo, 8 de abril de 2018

Regressões

Jackson Pollock

Da beleza...







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Da Justiça...








Show s ria
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Da Paz...







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I.ª Guerra Mundial

Da Memória!






11 comentários:

Graça Pires disse...

E o que mais assusta é a regressão da memória, porque essa leva a todas as outras...
Uma boa semana, minha Amiga.
Um beijo.

Mar Arável disse...

Memórias em carne viva

Rogerio G. V. Pereira disse...

Porque somos a memória que temos
nada somos se a perdermos

todas as regressões são dolorosas

Majo Dutra disse...

Um 'post' muito interessante, querida Ana.

Tudo bem lembrado...

Nós ainda estamos em crise com a Europa...

Beijinho
~~~

CÉU disse...

olá, querida Ana!

estás bem? e a tua mãe? qto a minha mão, teve a semana passada um retrocesso. a costura abriu-se, ligeiramente, devido a fisioterapia, portanto levei 2 pontos. tenho de esperar. não tenho outro remédio.

estive lendo o teu post, ontem, e fiquei a olhá-lo, embevecida, por um lado, pelo teu talento e humanismo, e por outro, pelas tristes lembranças passadas, que nos continuam a afligir. é preciso paz e entendimento neste mundo, mas cada um puxa apra seu lado.

Beijinhos e boa semana. aqui, tem estado chovendo imenso.

Olinda Melo disse...


Querida Ana

Não deixar que a memória se embote é tarefa que nos cabe a todos.
Recordar a beleza, a justiça, a paz...a guerra, sopesando-lhes
os benefícios e o seu contrário faz com que fiquemos atentos ao
que se passa à nossa volta, dando o nosso contributo para que
as coisas boas da vida sejam uma constante.

Gostei muito desta tua publicação.

Beijinhos

Olinda

Jaime Portela disse...

Tempos difíceis e vergonhosos para a humanidade.
Um excelente post, parabéns.
Bom fim de semana, amiga Ana.
Beijo.

Acrescenta Um Ponto ao Conto disse...

A beleza das fotos a contrastar com o seu conteúdo.

Convidamos a ler o capítulo IX do nosso conto escrito a várias mãos "Voar Sem Asas"
https://contospartilhados.blogspot.pt/2018/04/voar-sem-asas-capitulo-ix.html

Bom fim-de-semana.
Saudações literárias!

Lu Dantas disse...

Tudo tão difícil pela falta de amor e de empatia! ;)

beijos!

https://ludantasmusica.blogspot.com.br

Victor Barão disse...

Não sei até que ponto a feiura, a injustiça, a guerra ou o esquecimento são ou não evitáveis neste mundo e nesta vida, dado que sempre existiram e parece que continuarão indefinidamente a existir, de resto a própria vida tal como a conhecemos/vivemos tem uma forte componente de violência e de crueldade em si mesma, por si só e como disse Vinicius de Moraes em "O Dia da Criação": _ "...mal procedeu o Senhor em não descansar nos dois últimos dias ...trinta séculos lutou a humanidade pela semana Inglesa... descansa-se o Senhor e simplesmente nem existiria-mos, seriamos talvez pólos infinitamente pequenos de partículas cósmicas em queda invisível na Terra... não viveria-mos da degola dos animais nem da asfixia dos peixes... não seriamos paridos em dor nem soaríamos o pão nosso de cada dia... não sofreria-mos males de Amor, nem desejaria-mos a mulher do próximo... não teria-mos escola, serviço militar, casamento civil, imposto sobre a renda e missa do sétimo dia... seria a indizível beleza e harmonia do plano verde das terras e das águas em núpcias... a paz e o poder maior das plantas e dos astros em colóquio..."

Claro que não é apenas como disse Vinicius de Moraes, até porque os restantes seres viventes também se digladiam, matam, ferem e consomem de entre si; mas é em grande medida também como disse Vinicius de Moraes, inclusive pior quando nos maltratamos, violentamos e no limite matamos de entre nós mesmos humanos. E é precisamente nesta última acepção, que eu quero dizer que, apesar de e/ou até por tudo o evitável ou inevitável inerente, há para mim algo inconcebível que é o sofrimento e no limite mesmo a violenta morte de inocentes crianças às mãos de humanos adultos, já seja a um nível: individual, conjuntural, civil ou militar.

Acima de tudo viva o Amor, que é o que nos "salva" de entre tudo o mais!

Obrigado por esta partilha da Ana e perdão pelo meu presente discurso!

Excelente semana, minha amiga

Beijos

Manuel Veiga disse...

para que a memória não se apague!

beijo