Rara Avis in Terris, JUVENAL, Sátiras, VI, 165
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terça-feira, 3 de abril de 2012

Amanhecer dos deuses

Jim Warren




Houve um dia em que o homem olhou o céu para indagar o porquê da sua existência. Surgiu assim a necessidade de acreditar num ser superior. Este foi, por certo, o princípio da história da espiritualidade humana.
Quando Estrabão (Στράϐων; 63 a.C. ou 64 a.C. — ca. 24) nos dá notícia da chegada dos romanos à península Ibérica e nos fala da espiritualidade dos nossos antepassados refere, com clareza, que os povos galegos - a norte - eram ateus e que os restantes peninsulares prestavam culto a um Deus sem nome e imaterial, para o qual dançavam nos umbrais das casas em todas as noites de lua cheia. O  panteão de deuses da velha Ibéria seria apenas onomástico.
Dancemos, então, para o nosso ancestral Deus. 



Rui Pestana




Boa Páscoa, meus amigos.







Descrição da Peninsula Ibérica Livro 3º da Geografia de Strabão
Autor: Gabriel Pereira

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

José Marchena, «L'Avis aux espagnols»

(google)


«Nossa Senhora da Conceição, padroeira do Reino.
Nas cortes celebradas em Lisboa no ano de 1646 [8 de Dezembro] declarou el-rei D. João IV que tomava a Virgem Nossa Senhora da Conceição por padroeira do Reino de Portugal, prometendo-lhe em seu nome, e dos seus sucessores, o tributo anual de 50 cruzados de ouro

 Dicionário Histórico, Corográfico, Heráldico, Biográfico, Bibliográfico, Numismático e Artístico, Volume V, pág. 122.Edição electrónica



Ibéria




PESADELO DE D. QUIXOTE

Sancho: ouço uma voz etérea
Que nos chama...
Ibéria, dizes tu?!... Disseste Ibéria?!
Acorda, Sancho, é ela a nossa dama!

Pois de quem hão-de ser estes gemidos?!
Pois de quem hão-de ser?!
Só dela, Sancho, que nos meus ouvidos
Anda o seu coração a padecer...

Ergue-te Sancho! Quais moinhos?! Quais?!
Ai! Pobre Sancho, que não sabes ver
Em moinhos iguais
Qual deles é só moinho de moer!...

Miguel Torga



«O meu iberismo é um sonho platónico de harmonia peninsular de nações. Todas irmãs e todas independentes.»   Miguel Torga, 13/9/88





Personalidades iberistas Portuguesas

(fonte: Wikipédia)

domingo, 18 de setembro de 2011

Convite







- ALMOSSASSA 2011-
FESTIVAL ISLÂMICO

«De 1 a 5 de Outubro, a parte alta da vila transforma-se numa deslumbrante máquina do tempo que nos transporta directamente para o século IX, para os tempos da sua fundação, homenageando o seu fundador Ibn Maruan, figura ímpar e visionária que mesmo a tantos séculos de distância consegue unir o que as fronteiras e história separaram.» (CMM)








segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Da Catalunha - obrigada!




Querida Antonia Tenea vou dizer-to naquela língua que uniu a Espanha católica. Vou dizer-to como o registam os Dicionários do teu país desunido pela cultura, pela História e pelos sonhos diversos dos homens, país abstracto nos sonhos de Unamuno:

Esfuerzo consciente de los grupos humanos por entroncar con su pasado, sea éste real o imaginado, valorándolo y tratándolo con especial respeto.

Diada catalã em dia de deposição de armas.
Dia de Portugal quando o estro camoniano se calava e a monarquia dual, falada naquele castelhano timbrado de Filipe, inundou os paços em Lisboa.
Minha amiga, tu és médica e sabes. Sabes bem melhor que eu como é difícil ao humano olhar-se de frente.
Não podemos apagar a História. Estamos de acordo. Não poderemos esquecer as guerras: civis, coloniais, quixotescas, velhas gestas, velhas tiranias. Só assim evitaremos as do porvir.
Da tua rica Catalunha podes olhar o meu Portugal sem memória histórica.
Tu não és castelhana. Eu não sou castelhana.
Nós somos ibéricas e irmãs ancestrais. Nós somos ibéricas como todos os castelhanos, afinal.
Humanas e sequiosas de um mundo melhor.
Bem hajas!