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| Fabris, Veneza |
quinta-feira, 2 de agosto de 2018
Fabris, 1925
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Nota Pessoal
Eu, ainda sem ritmo, corpo cansado e mole como o calor da tarde incendiada, mente aturdida pelo início rumoroso de mais um Setembro lectivo, fico ali parada e rego, desesperadamente, malvas sedentas no verão que já baixa nuvens pesadas de tempestade eléctrica.
Sou felina, diz-me por vezes uma amiga de longa data, talvez por isso tenha resistido à queda feia, de costas, sobre a calçada de granito que a Bianca me trouxe naquela correria louca e inesperada.
Nota pessoal - e eu que nunca escrevi Diários! Uma semana depois cá estou: passou a vigilância ao traumatismo craniano, a rigidez do pescoço desapareceu, dói um pouco aqui e ali e só o cotovelo testemunha o passional amor da Bianca.
Desculpem amigos se não fui assídua nas visitas.
Impressionantes preços e brilho na cidade mais rica de Itália. Eu, que nem aprecio compras e essas coisas desnecessárias, sinto um misto de frio e revolta, quando percorro com o olhar as montras exageradas da Galeria Vítor Emanuel II. Este primeiro e tardio rei italiano teve cada sonho de grandeza!
Por estes dias, Mariangela regressou à Fiera Milano. Prepara MACEF e as suas jornadas são longas.
Na montanha choveu. Vamos contornar o Lago Di Como e olhar as vilas deslumbrantes como um luxo proibido.
domingo, 6 de setembro de 2009
Menor que o meu Sonho.
adoro a nossa pobreza
portuguesa;
as nossas casas caiadas,
as nossas praias salgadas,
os burricos berberes,
e na Batalha de pedras douradas
a saia pela cabeça das mulheres.
Ó Veneza oriental,
marítimo tesouro
de púrpura, de mármores e de ouro:
- em Portugal
rico só é o céu que nos lá cobre.
Portugal teve o mundo - e ficou pobre.
Por isso, tanto os românticos como os racionalistas têm razão. Veneza é um pouco das duas observações, mas também é verdade que quem um dia visita a laguna não deixa de pensar no regresso a uma cidade cujas origens remontam aos tempos da queda do Império Romano, quando no século V d. C. os povos bárbaros do Norte invadiram as fronteiras romanas.» ( texto: Nuno Pina)
sábado, 5 de setembro de 2009
Florença Genial!

http://www.uffizi.firenze.it/musei/uffizi/visita/
A cidade é-me familiar. Já aqui estive antes e acredito que voltarei.Voltarei sempre...
Conheço-lhe as ruas, abstraio da multidão e Dante ainda se passeia neste exílio magnífico. Gosto tanto desta cidade que não encontro as palavras...o peso genial pressiona a minha pequenez. Volto para ver a Galeria Degli Uffizi com a lentidão necessária.
Concretizei um sonho que da última vez não pude realizar.
Poderia ficar em Florença para sempre!
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Siena Cénica
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Em Pádua - lado lunar
Em Pádua há coisas estranhas e as entranhas...
Do português pregador...
sábado, 1 de agosto de 2009
De Pádua a Veneza
O Sonho
Sebastião da Gama
Pelo Sonho é que vamos,
comovidos e mudos.
Chegamos? Não chegamos?
Haja ou não haja frutos,
pelo sonho é que vamos.
*
Basta a fé no que temos,
Basta a esperança naquilo
que talvez não teremos.
Basta que a alma demos,
com a mesma alegria,
ao que desconhecemos
e do que é do dia-a-dia.
*
Chegamos? Não chegamos?
*
- Partimos. Vamos. Somos.
*
in Pelo Sonho é que Vamos

Fillipino Lippi, 1480
sexta-feira, 31 de julho de 2009
De Assisi a Firenze

Turismo Italia.org.
O rio Arno lavará nossos olhos deslumbrados...

CÂNTICO DAS CRIATURAS
de Francesco de Assisi
*
Altíssimo, Omnipotente, Bom Senhor
Teus são o Louvor, a Glória, a Honra e toda a Bênção.
*
Louvado sejas, meu Senhor,
com todas as Tuas criaturas, especialmente o senhor irmão Sol,
que clareia o dia e que, com a sua luz, nos ilumina. Ele é belo
e radiante, com grande esplendor; de Ti, Altíssimo, é a imagem.
*
Louvado sejas, meu Senhor,
pela irmã Lua e pelas estrelas, que no céu formaste, claras.
preciosas e belas.
*
Louvado sejas, meu Senhor.
[...]
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Roma




