| Caminha, José Alves - 2018 |
| Foz do rio Minho, José Alves - 2018 |
Luminosa e atenta claridade descendo até à foz. Santa Tecla contemplando o português que se agita e curva sobre o barco frágil...
| Foz do rio Minho, José Alves - 2018 |

| Vale dos Caídos, RTP |
| Caminha, José Alves - 2018 |
| Foz do rio Minho, José Alves - 2018 |
| Foz do rio Minho, José Alves - 2018 |

| Vale dos Caídos, RTP |
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| Pelo Golfo de Cádiz |
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| Isabel Guerra |
| Isabel Guerra |
| Isabel Guerra |
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| Isabel Guerra |
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| Isabel Guerra |
| Monja, pintora, 68 anos - Saragoça, Espanha |
CESC GINESTA«Olivença (em castelhano Olivenza) é uma cidade e um município numa zona fronteiriça cuja definição é objecto de litígio entre Portugal e Espanha, reivindicada de jure por ambos os países e administrada de facto como parte integrante da comunidade autónoma da Extremadura.
Apesar do desentendimento entre Portugal e Espanha sobre a Questão de Olivença, o tema não tem provocado atrito nas relações entre os dois países ibéricos. Olivença e os municípios raianos espanhóis de La Codosera, Alburquerque e Badajoz e portugueses de Arronches, Campo Maior, Estremoz, Portalegre e Elvas chegaram a um acordo em 2008 com vista à criação de uma euro-região.»
Wikipédia

«O catalão (català) é uma língua românica, assim como o português, o francês ou o castelhano, derivada do latim vulgar. É língua materna de 5,2 milhões de pessoas, sendo que 9 milhões são capazes de falá-la e 10,5 milhões conseguem compreendê-la.
O catalão é a língua oficial de Andorra. Na Catalunha (comunidade autónoma a nordeste de Espanha, na fronteira com o Rossilhão francês), nas Ilhas Baleares e na Comunidade Autónoma de Valência (onde é chamado também de "valenciano"), divide, com o ecastelhano o estatuto de língua oficial. Também é falada na Faixa de Aragão (a leste de Aragão), na cidade de Algueiro (na Sardenha, na Itália) e no departamento dos Pirineus Orientais, região conhecida como Catalunha do Norte (na França). Também tem falantes em El Carxe, um território da região espanhola de Múrcia que recebeu imigrantes valencianos.» WIKIPEDIA



CALENDA
Agora que o tempo se escuta e é de vidro
no fundo dos olhos, um véu disparado
pelos dardos de uma música cega que percorre
tudo, agora que o tempo fere, fala.
ADOLFO MONTEJO NAVAS, (n. Madrid 1954), Na linha do horizonte / Conjuros. Rio de Janeiro: 7 LETRAS, 2003. 82 p.
(Indicação de Wagner Barja, Maio 2007)
«Korrontzi é um jovem grupo revelação da música do País Basco, que descobriu a antiga tradição de "trikitilari" (intérprete de acordeão diatónico). Este músico, do qual o grupo adoptou o nome, costumava chegar todos os domingos à praça principal da cidade de Munguia (Viscaya) em cima de um burro e transmitia alegria às pessoas que iam sair da missa das 11 horas de domingo. O grupo quer assim homenagear a cultura popular basca e ao mesmo tempo quer estar atento às influências de todo o mundo, proporcionando um concerto cheio de energia e de alegria. Estreia nacional, sábado 27 de Junho, às 22 horas, no anfiteatro municipal da zona ribeirinha.» Programa oficial


por alguma doença mortal, o mundo teria sido mitraísta.”
Ernest Renan, Marc Aurèle
«Mitra pertence às mitologias persa, indiana e romana. Na Índia e Pérsia representava a luz (deus solar). Representava também o bem e a libertação da matéria. Chamavam-na de "Sol Vencedor". Entre os persas, apareceu como filho de Aúra-Masda, deus do bem gerado em uma virgem, a deusa Anahira.
O culto de Mitra chegou à Europa onde se manteve até o século III. Em Roma, foi culto de alguns imperadores, denominado Protetor do Império.
O símbolo de Mitra era o touro, usado nos sacrifícios à divindade. A morte do touro, que representaria a Lua, era característica desse mistério que se espalhou pelo mundo helênico e romano por meio do exército. A partir do século II o culto a Mitra era dos mais importantes no Império romano e numerosos santuários (Mithraea, singular Mithraeum) foram construídos. A maior parte eram câmaras subterrâneas, com bancos em cada lado, raras vezes eram grutas artificiais. Imagens do culto eram pintadas nas paredes, e numa delas aparecia quase sempre Mithras que matava o touro sacrificial.
Algumas peculiaridades do mitraísmo foram agregadas a outras religiões, como o cristianismo. Por exemplo, desde a antigüidade, o nascimento de Mitra era celebrado em 25 de dezembro.
O mitraísmo entrou em decadência a partir da formação da Igreja Católica como instituição, sob Constantino.» WIKIPEDIA
http://www.freemasons-freemasonry.com/19carvalho.html
Encontro de Mundos
Baiona.org