| Caminha, José Alves, 2010 |
Caminhamos por Caminha. Pêro Vaz já chegou a Porto Seguro e a baía que se abre para nós é uma brecha de tempo que nos permite viajar para outros dias.
| Caminha, José Alves, 2010 |
A água quente do rio Coura encontra-se com o rio Minho e eu adivinho um tremor secreto. Caminha está sob os meus pés, peregrina que sou da juventude que aqui reencontro.
| Caminha, José Alves, 2010 |
Apertas um pouco mais o meu braço e eu sei que estamos no regresso. Já não remas por aqui, mas rumaremos sempre para este reencontro.
| Caminha, 2010 |
A Rua Direita já não te leva a casa, mas reconheces ali um lar de lembranças. Aqui no Largo fervilha a vida e um caminhense adoçará esta saudade.
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| Caminha, José Alves, 2010 |
Caminha esconde-se para outro dia. O rio Minho descansa no mar. Vamos, que a brisa gelada vai trazer o nevoeiro e Santa Tecla irá dar uma volta pela Galiza. Amanhã tudo clareará.
Espera amanhecer.
Ana





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