Rara Avis in Terris, JUVENAL, Sátiras, VI, 165
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sábado, 14 de julho de 2012

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Marselha - «Artaud, le Mômo»

França - turismo.com

Maria Madalena chegou com Lázaro e a velha Provença rescendia a alfazema/lavanda. Os seus belos cabelos foram, uma última vez, acariciados pelo Mistral e, subindo ao monte, vivendo na gruta, desfez a beleza em santidade...
(http://www.univ-ab.pt/sda/memu/alves.html), Meu amigo, como trabalhaste sobre a velha lenda e a mística te atrai o quanto a dúvida e o sincretismo me encantam!
E, eu que nunca terei certezas, procuro ainda o rasto dos nossos pés descalços, nesta areia fina...marcas que aqui ficaram e nos recordam que, um dia, tivemos vinte anos e mochilas às costas.
Deixa-me falar-te, outra vez, do poeta maldito - até para os surrealistas - e destas razões tão minhas, para voltarmos aqui: porto de partida e de regresso.


«C'est ma raison à moi et je l'impose par la force
parce que ça me plaît,
c'est ma logique à moi et je l'impose par la force
parce que ça me plaît,
c'est ma conscience à moi et je l'impose par
ma force,
parce que ça me plait.»
Artaud, (n. Marselha, 4 de Setembro de 1896)