Rara Avis in Terris, JUVENAL, Sátiras, VI, 165
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sábado, 6 de dezembro de 2025

CONVITE

 



    Convido a todos para a apresentação do meu novo livro O VOO DAS ÁGUAS, Edições Toth, que terá apresentação pública no Natal Iluminado/ Feira do Livro de Ponte de Sor, dia 20, às 16:00 e no dia 21, às 15:30 na Feira do Livro de Montargil, CCM.
Ficarei extremamente grata pela vossa presença. Obrigada!


Cem poemas ilustrados.


Pelos motivos que aqui invoco, só voltarei em Janeiro de 2026. Desejo-vos, pois, um Feliz Natal e uma entrada excelente em 2026, com muita saúde e paz de espírito!

postais antigos




sábado, 26 de outubro de 2024

Sul Sereno - LIVRO

 




    É com alguma timidez que vos trago esta publicação, mas como já está à venda um pouco por toda a parte, seria impossível continuar a não vos anunciar isto... Foi, primeiro editado em Itália e em Espanha, mas agora ei-lo connosco.
    Depois de muitas hesitações, de muitos incentivos e do insuperável argumento de deixar uma "memória" para a minha neta Madalena, eis, finalmente, um livro com alguns dos meus poemas. Assim, também se explica o motivo do regresso ao título original deste blogue.

    A minha gratidão a todos, especialmente à académica Gerana Damulakis, minha madrinha poética - pelos blogues nos conhecemos. É dela a introdução e a contracapa:

Sinopse

«As realizações poéticas encantam, quando mais não fosse pela riqueza das imagens procedentes das possibilidades semânticas, seria pela musicalidade, tal a potencialidade rítmica dos versos. Vale lembrar que, em Arte Poética, Paul Verlaine escreveu no primeiro verso: "Antes de tudo, a música". Um bom exemplo está em Planura, com seus versos: Amo-te, porque te amo / Em definições extensas de dar... / E sinto-te quando te chamo /Dentro de mim, ao despertar! Os cantos vão prolongando os apelos que tornaram o sonho tanto refúgio quanto símbolo, construídos nas facetas fascinantes de um vigoroso discurso poético. Sonhemos, pois, com Ana e com seus poemas que trazem, em sua maioria, a palavra sonho, ora atuando como substantivo, ora como o verbo sonhar. O que precisa haver na síntese do sonho: amor e fé, pilares que apoiam quase um mito, tal a grandeza da esperança resultante. Agora vale lembrar outro poeta, Carlos Drummond de Andrade: "Amor - pois que é palavra essencial - / comece esta canção e toda a envolva". O processo de envolvimento e exame existencial conclui uma justaposição dinâmica, palavra e ritmo, com a qual é tecida a poética de Ana Tapadas. A poeta cria uma associação comunicativa fortalecedora de seus versos.»

Gerana Damulakis (Academia de Letras da Bahia)

    Espero que tenham a paciência de me ler. Podem encomendar aqui (ou nos locais do costume):