| Médio Oriente, José Alves - 2019 |
Em qualquer situação o olhar paira sobre as flores, nelas nos detemos para continuar a jornada, elas nos incentivam a caminhada sobre um tempo dividido, sob um Sol abrasador. Há um vento de que não localizo a origem: bafo incendiado do deserto ou sopro indeterminado de um mar sempre próximo?
A memória é o espaço que habito. Páginas que se avolumam e respiram a temeridade dos dias. A sensação de que em qualquer lugar é o meu lugar. Uma empatia serena por cada ser...o meu território íntimo não é uma terra disputada ou talvez no meu sangue corra a diáspora.
| (Cá de casa) |
Amanhã, o amanhecer será mais suave. Regresso emotivo ao espaço dos sonhos futuros que lerei em cada olhar. E, alguns, a isto chamam trabalho dos dias. Não! São pontes para o Futuro...
Ana






