| Alto Alentejo, 2013 - José Alves |
Entrou sozinho pela noite dentro. No peito levava a amargura de uma vida construída golpe a golpe na crueza desta selva humana.
| Alto Alentejo, 2013 - José Alves |
Caminhou lenta e tristemente por entre o piar de um mocho distante e chamou Creonte...
| Alto Alentejo, 2013 - José Alves |
Lá ao longe, um regato desenhava-se majestoso e dolente... estendeu então os braços ao alto, gritou a raiva que sempre o dominou e despediu a alma já gasta e podre.
| Alto Alentejo, 2013 - José Alves |
E a barca chegou e levou-o. Na sua frente o inferno da vida esperava-o.
| Alto Alentejo, 2013 - José Alves |
Com os braços abertos, entrou sozinho pela luz dentro...
José Alves